quarta-feira, 3 de março de 2010

Thomas Morus

No céu da manhã
esfrego os olhos,
removo as lentes dos horrores.
Reinvento a vida, retiro as desigualdades.
Do céu caem pétalas, caem flores.

2 comentários:

katia disse...

minha lente nunca consegue ser removida,o máximo que consegui foi ter uma bela conjuntivite,
e o mundo ficou ainda mais poluído...

Elvio Fernandes disse...

Removo minhas lentes de utopia sempre, ao ler e escrever poemas...
Muito show, um abração aê, mestre!